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O Livro Mágico

27.06.2019

O livro do Papai Noel acordou mais cedo do que esperado. O que será que aconteceu?

Um livro pesado e marrom, que estava na prateleira mais alta de uma grande estante de madeira mexeu um pouco. Depois de um tempo, ele começou a se balançar e a se mexer de lado até que finalmente caiu da prateleira, atingindo o chão com um baque. Depois de um tempo, cobriu-se de um brilho dourado levemente transparente e se abriu, espalhando o brilho pelas páginas ricamente ornamentadas. A seleção das páginas não era aleatória, não era de forma alguma acidental. O livro sabia perfeitamente bem o que iria apresentar à pessoa que o encontraria.

Um duende que passava por ali percebeu um brilho estranho saindo da outra sala, mas ele achou que um dos duendes tinha deixado a luz acesa novamente. Ao entrar na sala com um passo firme, ele já estava com a mão no interruptor quando percebeu que estava desligado. Olhou por um momento o livro no chão e de pronto entendeu o que estava acontecendo.

“Papai Noel! O livro! Eu acho que ele recebeu uma nova mensagem para nós. Mas não está muito cedo? Ainda é julho!”, um duende em pânico entrou às pressas no escritório de Papai Noel.

Papai Noel, que estava dormindo, abriu com preguiça um olho, na esperança de que o duende estivesse imaginando aquilo. Bem, seria melhor assim. Senão, significaria muito, mas terrivelmente muito trabalho. Muito trabalho de Papai Noel, trabalho dos duendes e de todos os ajudantes de Papai Noel, incluindo os de pelos. Todo planejamento das férias teria que esperar e não se sabia quando outra grande oportunidade de ir à praia como aquela se repetiria.

Na sala espaçosa, a luz não só ficava mais e mais brilhante como também crepitante, como um plástico bolha sendo estourado. O livro estava visivelmente animado e queria compartilhar suas informações importantes o mais rápido possível. Pois não eram informações quaisquer.

Papai Noel suspirou profundo, levantou-se de sua cama e andou até a outra sala. Uma certa ordem e harmonia havia sido quebrada.

“São só cinco da manhã! Não é hora nem de um café da manhã apropriado”, pensou. Ao entrar na sala, espremeu os olhos. Ele não esperava uma luz tão brilhante saindo do livro.

“Deve ser algo muito, muito importante. O livro nunca se comportou assim antes”, falou para si mesmo.

Após um tempo todos os duendes estavam na sala. Olhando com curiosidade o livro e Papai Noel, eles esperaram pelas notícias.

“Ok, vamos ver o que é tão importante para nos acordar tão cedo.” Papai Noel aproximou-se do livro. A luz atenuou um pouco, o que o permitiu ler seu conteúdo. Papai Noel respirou fundo e começou a ler em voz alta.

 “Antônio Vieira da Silva, Mariana Pontes Neves, Patrícia Souza Lopes…’, ele estava lendo sem ver o final da lista.

“Esta lista é tão longa que vou ler até o final da próxima semana! Vocês vêem o que eu vejo? A lista das crianças é duas vezes mais longa que da última vez! Aha! Por isso que o livro acordou agora, no verão. Ele tem trabalhado incansavelmente desde o início do ano, inserindo novos candidatos!” Papai Noel virou-se para seus leais amigos e coçou a barba. Olhando fixamente para a frente, ele estava tentando estimar quanto tempo eles iam precisar.

“Papai Noel, você sabe quantas cartas do Papai Noel devemos mandar este ano?”, perguntou Elfi. “E talvez crianças, especialmente as que não acreditam em você, não deveriam receber um vídeo do Papai Noel? Olhando você ao vivo, a crença em você, e em todos nós aqui, vai com certeza fortalecer!”

“Noemi, minha querida, e você, Comet, levem por favor o livro para a sala e coloquem-no em seu lugar especial.”

Os duendes atenderam ao pedido de Papai Noel e em seguida o livro estava orgulhosamente em seu suporte de madeira. Mais tranquilo por ter cumprido sua tarefa, o livro virou alegremente as páginas, ostentando todas as crianças cujos nomes estavam sendo escritos em seus cartões, para quem os presente de Papai Noel seriam em breve enviados.

“Será um ano atarefado para nós, meu querido”, disse Papai Noel, limpando a testa com a manga da camisa

O livro, no entanto, não pretendia parar de mostrar a lista, ah, não. Este ano, também o livro, seguindo o espírito do momento, pretendia fazer a tarefa um pouco mais fácil para o resto da casa. Ele cintilou novamente, mas agora uma luz colorida, convidando todos ao redor. A lista de nomes e sobrenomes embaçou por um tempo, como se tivesse sido esticada, até que desapareceu completamente. Oh, mas o que é isso! O nome e sobrenome apareceu escrito em letras douradas no topo da página. Bem, mas é assim sempre.

“O que há de tão estranho nisso, Livro?”, pensou Noemi.

Em um piscar de olhos, uma foto apareceu embaixo do nome da criança. O livro nunca tinha mostrado fotos antes! Onde ele aprendeu isso?

“Olha, tem um carrinho de controle remoto na foto. E não é qualquer um, é um carro esportivo. Seria o presente dos sonhos do pequeno Pedro, meu querido? perguntou Papai Noel ao livro.

Mais e mais fotos começaram a aparecer cada vez mais rápido no livro. Como pura mágica, as páginas nunca acabavam nele, mas o livro nunca ficava maior.

 “Se fosse possível comer mais rosquinhas e nunca engordar...” pensou Papai Noel.

Dois símbolos apareceram próximo às fotos dos presentes. Um parecia uma câmera pequena, o outro parecia um envelope.

 “O livro claramente nos diz que devemos entrar em contato com nossas crianças”, disse Elfi, entusiasmado. “Aqui, por exemplo”, ele apontou para Catarina, “ela estará mais convencida de nossa existência quando ela receber um vídeo do Papai Noel! Roberto, no entanto, deve ganhar uma carta dele porque ele adora ler!”

“Então tudo que precisamos fazer agora é começar o trabalho o mais rápido possível. Mas primeiro, café da manhã!” disse Papai Noel, convidando a todos para a cozinha. Noemi acariciou a contracapa o livro e disse:

“Obrigada por sua ajuda. Você não é apenas bonito como brilhante! Este ano, cada criança receberá o melhor presente de todos os tempos! Agora preciso ir, tchau!”

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